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Atract Arts |
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"Para se formar uma massa crÃtica, é necessário que o hábito da leitura se forme desde tenra infância; que os alfabetizadores transmitam o prazer de ter um livro em nossas mãos, manuseá-lo, sentir o cheiro do papel, extasiar-se com as cores das gravuras, deleitar-se com as letras que formam uma a uma o conteúdo, e nos remete ao imaginário"
Inajá Martins de Almeida |
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Venha se emocionar com a Paixão de Cristo e ... Leia Mais. |
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CONVITE - CURSO DE TEATRO E DANÇA |
| CULTURA |
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| A ASSOCIAÇÃO TEATRAL E CULTURAL DOS ARTISTAS DE GIRAU DO PONCIANO, ABRE CHAMADO PARA O PREENCHIMENTO DE VAGAS PARA O CURSO DE TEATRO E DANÇA CONFORME EDITAL DA LEI ALDIR BLANC.
INSCRIÇÕES ABERTAS: (82) 98875 3829 - VAGAS LIMITADAS. |
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Câmara aprova MP que regulamenta repasse de recursos da Lei Aldir Blanc |
| CULTURA |
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| O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (20) a Medida Provisória 986/20, que prevê prazo para estados e o Distrito Federal devolverem à União recursos não usados de repasses vinculados à Lei Aldir Blanc de ajuda ao setor cultural. A matéria será enviada ao Senado.
A MP 986/20 teve parecer favorável do deputado José Guimarães (PT-CE), que propôs a rejeição de todas as emendas. Segundo Guimarães, as entidades representativas do setor cultural pediram a votação rápida da MP para que o dinheiro possa efetivamente chegar aos trabalhadores e artistas.
O dinheiro já foi liberado pela Medida Provisória 990/20, de 9 de julho, que abre crédito extraordinário de R$ 3 bilhões com recursos da emissão de tÃtulos públicos.
De acordo com o texto da MP 986/20, o repasse a estados, DF e municÃpios deverá ocorrer na forma e no prazo previstos no regulamento.
A Lei Aldir Blanc prevê prazo máximo de 60 dias para os municÃpios darem destinação aos recursos, caso contrário, os valores serão automaticamente revertidos ao fundo estadual de cultura ou à entidade estadual responsável pela gestão desses recursos. Entretanto, não havia prazo para os estados e o DF usarem os recursos.
Assim, a MP fixa o prazo em 120 dias, contados da data do repasse, para que os estados utilizem os recursos ou façam a vinculação a programação publicada. O regulamento definirá a forma e o prazo para devolução ao governo federal.
Fonte: Agência Câmara de NotÃcias |
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17 de julho de 1997: Um dia que ficou na história polÃtica de Alagoas |
| ALAGOAS |
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| Um dia que ficou marcado na história polÃtica de Alagoas. O Estado vivia uma série crise financeira, os servidores com oito meses de salários atrasados, o governador da época, Divaldo Suruagy, não encontrava uma solução para o problema. A Praça Dom Pedro II quase vira palco de uma cena de guerra. Havia grande temor de um confronto sangrento entre soldados do Exército e policiais civis e militares.
Dentro do plenário da Assembleia Legislativa, a tensão também era enorme com deputados encurralados – alguns até armados – que teriam que votar o pedido de impeachment do governador Divaldo Suruagy. Três vezes governador de Alagoas, senador, deputado federal, estadual e prefeito de Maceió, Suruagy vinha sendo forçado por aliados a renunciar, mas relutava em tomar tal decisão e a crise cada vez maior ficava maior.
Dias antes das cenas de guerra que tomariam o noticiário de todo o paÃs, servidores públicos já haviam protagonizado um embate em frente ao Palácio do governo, quando, ao final de mais uma mal sucedida negociação entre Suruagy e sindicalistas, um protesto terminou em confronto com os poucos militares que não estavam em greve. A explosão de uma bomba de efeito moral na mão de um servidor acirrou ainda mais os ânimos.
Com oito meses de salários atrasados, o funcionalismo vivia um clima de comoção depois de terem sido anunciados ao menos quatro suicÃdios motivados pela crise financeira. Hospitais parados, delegacias fechadas, estudantes sem aulas e o comércio com as vendas estagnadas eram o retrato da crise que assolava o Estado. Com bombeiros, policiais civis e militares em greve, o governo recorreu ao Exército para reforçar a segurança dos prédios públicos. |
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| CURIOSIDADES |
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| É só fazer uma travessura e lá vem a vó com aquela cara que mistura decepção e impaciência: "mas será o Benedito?" Como muita coisa na lÃngua portuguesa, a origem dessa expressão tem inúmeras versões, todas de difÃcil comprovação em registros formais - jornais da época, livros ou outras formas de comunicação escrita -, explica o professor de português Ari Riboldi, autor de três livros sobre a origem das palavras e expressões.
A versão mais aceita é a de que a pergunta teria surgido na década de 1930, em Minas Gerais. O então presidente Getúlio Vargas demorava muito para nomear um interventor para aquele Estado. Naturalmente, a demora gerou inquietação entre os inimigos polÃticos de um dos candidatos ao posto, cujo nome era Benedito Valadares, que perguntavam "Será o Benedito?".
Pois foi. Valadares foi nomeado interventor em 12 de dezembro de 1933 e, nos meios polÃticos da época, foi tão conhecido quanto sua expressão é entre os falantes. Era considerado uma raposa, cuja esperteza, descreveu em suas memórias, só era superada pelo próprio Getulio.
Entre seus feitos, indicou Juscelino Kubitschek para a chefia da Casa Civil de Minas Gerais e, depois, para a prefeitura de Belo Horizonte. Além de lançar o que foi um dos mais importantes presidentes brasileiros, o Benedito da expressão também virou cidade: é em sua homenagem que foi nomeado o municÃpio de Governador Valadares. |
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